SOBRE A ESCOLA
A Escola Circo Híbrido é um espaço de ensino informal de circo, dança aérea e artes, e faz parte do espaço cultural sede do grupo Circo Híbrido. Fundada em 2007, foi ampliada em 2011 devido ao crescimento de alunos. Desde 2016 conta com mais uma sala grande, somando dois espaços em Porto Alegre, com cerca de 200 alunos regularmente matriculados em suas aulas regulares de Dança Aérea em Tecido, Trapézio, Bungee e Lira, Flexibilidade e Pilates, aliando técnicas de acrobacias de aéreas e de solo com dança, artes visuais, teatro, malabarismo, destinadas à todas as idades, e um corpo docente de 11 professoras.
Tudo isso combinado à grade de programação do centro cultural, com cursos e workshops, espetáculos e apresentações do grupo e artistas convidados, e mostras de trabalhos dos alunos. A Escola Circo Híbrido tem como objetivo fomentar e difundir o circo e a dança aérea, com estudos teóricos e práticos, visando uma formação artística, técnica, criativa, poética e experimental, a multiplicidade das linguagens artísticas, com uma proposta estética contemporânea, foca principalmente no diálogo híbrido entre o circo e a dança.
CURSOS REGULARES
PROFES
TAINÁ BORGES
Sou artista circense desde 2001, sócia fundadora do Circo Híbrido. Atuo como professora de Dança Aérea desde 2007. Na minha formação, sou Graduada em Psicologia, Pós Graduada em Dança, e estudante de Educação Física. Acredito que o circo, a dança e a arte são para todes. Que os corpos devem se mover e se expressar, repletos de criatividade, afeto, sensibilidade e potência. Acredito na beleza dos processos, com responsabilidade e muito estudo, respeitando e admirando as singularidades. Sempre em busca de compartilhar saberes e arte, multiplicar conhecimentos e potencialidades, e espalhar circo por todos os lugares.
LARA ROCHO
Sou artista, professora e pesquisadora das artes circenses. Desde 2009, trabalho com o Circo Híbrido, performando, criando, co-dirigindo e elaborando projetos. Especialista em dança (PUCRS), mestre em História (UFRGS) e doutoranda em Artes Cênicas (UFRGS), muito me interessa pensar o corpo e suas trajetórias poéticas no tempo e no espaço. Na cena, faço estripulias com o real que me atravessa. Na sala de aula, fomento a construção coletiva dos saberes em torno do movimento corporal, o desenvolvimento da expressividade no gesto acrobático (ou não) e uma prática consciente e sensível de si e do outro. No circo e em bando, venho estudando uma dança aérea possível a toda gente interessada em dançar pendurada.
CÁREN CECILIA
O circo é o lugar onde encontro acolhimento e potência, onde me descobri professora há mais de 10 anos. Sou bacharela em Educação Física pela PUC-RS, especializada em Biomecânica. Quando ensino, incentivo o olhar para dentro, para a consciência do corpo, e também para fora, para a relação prazerosa que este corpo pode ter com o mundo — foi o que o circo me ensinou! Me encanto com esse ambiente que permite a construção de corpos fortes e flexíveis e de mentes mais receptivas, criativas e conscientes.
RAQUEL BRAUN
Busco a construção de conhecimentos através do desenvolvimento da técnica, da autonomia e da reflexão acerca das aprendizagens desenvolvidas. Atuo como professora de dança e história, visando o estímulo à profundidade teórica e prática de estudantes. Há 10 anos prático dança aérea e sou professora da rede estadual de ensino, além de ser doutora em história pela UFRGS. Essas formações permitem propor expressividade criativa, através da movimentação corporal e mental que a dança possibilita.
MAILSON FANTINEL
Maílson Fantinel é Graduado em Artes visuais pela UFRGS, trabalha com ilustração, fotografia e direção de arte. Arte educador, é entusiasta dos processos de criação que envolvem corpo, imagem e fantasia. Também tem o movimento como ofício e pesquisa criativa, participando desde 2013 de oficinas de formação e espetáculos de dança contemporânea, teatro e circo.
JAZZ ALVARENGA
Sou bióloga, designer de moda e praticante de dança aérea há mais de dez anos. Há quatro, atuo como professora de tecido acrobático, compreendendo o ensino-aprendizado como um processo relacional, baseado na escuta, na troca e na construção coletiva de saberes. Em sala de aula, trabalho a confiança, no corpo, no outro e nas progressões técnicas, valorizando a presença, o divertimento, a criatividade e o respeito aos tempos de cada pessoa. O circo, para mim, é um campo de investigação do movimento e de fortalecimento da autonomia corporal e é nessa relação íntima com a prática circense que o corpo se reconhece como território político, atravessa limites impostos, se expressa e exercita sua criança artista. Fazer circo é um exercício de grandeza compartilhada!
GUILHERME CAPAVERDE
Artista do circo e da dança, sou bacharel em Dança e licenciado em Educação Física pela UFSM. Comecei a me pendurar quando criança e nunca consegui (muito menos quis) ficar longe do tecido. Acredito que a arte é atravessada pela vida e a vida pela arte. Ser professor é quase que herança genética, ser artista é minha forma de dar vazão à tudo que me atravessa.















